Código de Ética

SINCOFAES


Princípios do Sindicato
Ação pelo propósito: Agir sempre motivado pelo propósito maior (bem estar da sociedade como um todo) e nunca pelo medo, que paralisa ou  leva a distorção no próprio modo de ser (autoproteção e isolamento que  impedem de honrar a vida e a natureza);
Busca de harmonia: A responsabilidade responsabilidade dos dirigentes é contribuir para a perfeita harmonia na organização e no seu entorno, reduzindo os conflitos e a competição predatória. Ter uma equipe sempre criativa e motivada na busca de “soluções positivas”, no exercício de seu trabalho e em suas relações. Todos os conflitos e divergências deverão ser resolvidos tendo por base o propósito maior da organização, o qual será sempre invocado como o principal guia na resolução de diferenças de opinião e de cursos de ação. Sempre prevalecerão a opinião e o curso de ação mais alinhados ao propósito maior;
Consciência em ação: Uma equipe que seja um exemplo vivo do que há de melhor no ser humano. A consciência altruísta é seu melhor guia nos momentos decisivos. Em seu íntimo, sempre saberá o que de melhor pode fazer  pelo conjunto. Fazer tudo com consciência, praticando empatia com todos os envolvidos;
Seu melhor estado: Atue sempre a partir de seu “melhor eu” e nunca de seu “menor eu”. Sua responsabilidade é de sempre atuar em seu melhor estado: físico, mental, emocional, espiritual. E lembre-se: seu “melhor eu” atua sempre pelo bem-estar de todos; o “menor eu”, só o melhor para si;
Foco na verdade: Atuar sempre apoiado na verdade, na realidade prática, e nunca em ilusões e percepções distorcidas da realidade. Sua responsabilidade é sempre trazer as verdades à mesa de decisões para assegurar o melhor para a vida e para o todo;
Responsabilidade pelo todo: É responsabilidade dos dirigentes e de seus associados estar conectado, envolvido  e não alienado, participante e ativo visando o objetivo maior que constitui a organização. O espírito é de “responsabilidade compartilhada”, por meio do qual todos assumem a responsabilidade pela resolução dos problemas;
Pró-soluções: Ser sempre pró-soluções e canalizar os esforços para o construtivo, o antecipativo e o preventivo. Evitar desperdiçar energia e talento criticando  e perdendo-se em diagnósticos “após o fato”.

Equilíbrio de interesses: Não permitir que  interesses pessoais domine deliberações nem controle decisões.  Na estrutura de governança delegar autoridade para que haja diálogos e deliberações entre iguais. Não tomar nenhuma decisão até que todos os diretamente afetados por ela tenham sido ouvidos;
Autonomia: Não tomar  decisão nem realizar  ações se elas não estiverem amparadas nos princípios fundamentais da democracia, das leis, normas e regulamentos gerais; 

Auto-organização: Todos os associados têm o direito de se auto-organizarem a qualquer momento e em qualquer escala em torno de atividades, de acordo com propósitos e princípios pacíficos.